DE TERÇA À SEXTA-FEIRA
Missas às 6:00H e 17:00H
AOS SÁBADOS
Missas às 17:00H  e 19:00H
AOS DOMINGOS
Missas às 7:00H, 9:00H, 17:00H 18:30H  e 20:00H
DIA 16 DE CADA MÊS
Missa do padroeiro às 17:00H
DIA 13 DE CADA MÊS
Missa às 12:00H
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08/01/2012  |  A obra de Deus

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Esta santa devoção teve origem com a impressão milagrosa do Rosto de Cristo no lenço de Verônica, uma tradição muito respeitada na Igreja. O Papa Bento XVI fez questão de venerar o Véu de Verônica na cidade de Manoppello na Itália, em setembro de 2006. Durante sua visita ao santuário, Bento XVI foi o primeiro Papa a poder novamente venerar a relíquia, meio milênio após seu desaparecimento da Basílica de São Pedro. 

Esta devoção cresceu muito também por causa da importância que a Divina Face teve na vida de Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face. Outro fato que fortaleceu a devoção foram os surpreendentes estudos da figura de Jesus no santo Sudário de Turim; além das revelações à Irmã M. Pierina de Micheli (†1945), a mensageira da Sagrada Face dos últimos tempos.

Em maio de 1938, a Virgem Santíssima mostrou (em visão mística) à Irmã Pierina, um escapulário formado de dois paninhos. Num ela viu a Face de Jesus com as palavras ao redor: “Ilumina, Domine, vultum tuum super nos” (“Senhor, fazei resplandecer a Vossa Face sobre nós”). No outro estavam escritas em volta de uma hóstia as palavras: “Mane nobiscum, domine” (Senhor ficai conosco). Lentamente Nossa Senhora se aproximou e disse: “Escuta bem e transmite ao teu confessor que este escapulário é uma arma de defesa, escudo de fortaleza e penhor de misericórdia que Jesus quer dar ao mundo nestes tempos de sensualidade e de ódio contra Deus e a Igreja. São poucos os verdadeiros apóstolos. É necessário um remédio divino e este remédio é a Face de meu Filho. Todos aqueles que usarem o escapulário, e sendo lhes possível, cada terça feira visitar o Santíssimo Sacramento fazendo “Uma Hora Santa”, para reparar os ultrajes que recebeu e continua recebendo meu Filho, cada dia, no Sacramento Eucarístico, serão fortificados na Fé, estarão prontos para defendê-la e hão de suportar todas as dificuldades internas e externas. Além disso morrerão serenamente sob o olhar de meu Filho”.

Semanas mais tarde Jesus apareceu também e disse: “Quero que Minha Face seja honrada com uma festa própria na Terça-feira da Quinquagésima (terça-feira de carnaval) e que esta festa seja preparada por uma novena durante a qual todos os fiéis façam Comigo reparação”.

Em vez de fazer escapulários a Irmã Pierina mandou cunhar medalhas. Preocupada por isso recorreu à Nossa Senhora que novamente lhe apareceu dizendo: “Minha filha, não se preocupe, pois, o escapulário é substituído pela medalha com todas as promessas e favores. Só resta difundi-la mais ainda. Ora, interessa-me muito a festa da Sagrada Face de meu Filho. Diga ao Papa que esta festa muito me interessa”.

Irmã M. Pierina falou três vezes ao Papa e o Sumo Pontífice, ciente do pedido do Céu, não se fez esperar. No dia 15 de março de 1957, havendo já aprovado a propagação da medalha, facultou a celebração da festa, isto é, aos Beneditinos Sivestrinos de Roma. Em 10 de janeiro de 1959 o Papa João XXIII concedeu a mesma licença, a todos os Bispos do Brasil.

Para merecer as graças prometidas é necessário:

Usar a medalha, contemplar com amor, muitas vezes a Sagrada Face, zelar pela devoção, fazendo a Hora Santa, nas Terças-feiras, promover anualmente a novena em preparação à festa na terça-feira de carnaval, e seguindo o exemplo dos grandes devotos da Sagrada Face, ler e meditar diariamente o Novo Testamento.

Todos os dias rezar: 5 Pai Nossos; 5 Ave Marias; 5 Glórias; em honra das cinco chagas de Nosso Senhor Jesus Cristo, rezando também a oração composta por Pio IX, e a aspiração que a segue: “Ó meu Jesus, lançai sobre nós um olhar de misericórdia! Volvei Vossa Face para cada um de nós, como fizestes à Verônica, não para que A vejamos com os olhos corporais, pois não o merecemos. Mas volvei-A para os nossos corações, a fim de que, amparados sempre em Vós, possamos haurir nesta fonte inesgotável, as forças necessárias para nos entregarmos ao combate que temos que sustentar. Amém. Senhor, mostrai-nos a Vossa Face e seremos salvos!”

Prof. Felipe Aquino



 
 
 

A preparação para o matrimônio, para a vida conjugal e familiar, é de importância relevante para o bem da Igreja. De fato, o Sacramento do Matrimônio tem um grande valor para toda a comunidade cristã e, em primeiro lugar, para os esposos, cuja decisão é tão grande que não poderia ser sujeita à improvisação ou a escolhas apressadas. Em outras épocas, tal preparação podia contar com o apoio da sociedade, a qual reconhecia os valores e os benefícios do matrimônio. A Igreja, sem obstáculos ou dúvidas, tutelava a sua santidade, sabedora do fato de que o Sacramento do Matrimônio representava uma garantia eclesial, qual célula vital do Povo de Deus. O apoio eclesial era, pelo menos nas comunidades realmente evangelizadas, firme, unitário, compacto.

Hoje, ao contrário, em não poucos casos assiste-se a um acentuado deterioramento da família e a certa corrupção dos valores do matrimônio. Em numerosas nações, sobretudo economicamente desenvolvidas, o índice de casamentos é reduzido. Costuma-se contrair matrimônio numa idade mais avançada e aumenta o número das separações, até mesmo nos primeiros anos de vida conjugal. Tudo isto leva, inevitavelmente, a uma inquietação pastoral, mil vezes reforçada. Quem contrai matrimônio está realmente preparado para isso? O problema da preparação para o Sacramento do Matrimônio, e para a vida que se lhe segue, emerge como uma grande necessidade pastoral, antes de tudo para o bem dos esposos, para toda a comunidade cristã e para a sociedade. Por isso, crescem em toda parte o interesse e as iniciativas para fornecer respostas adequadas e oportunas à preparação para o Sacramento do Matrimônio. Hoje se fala muito mais de um percurso para preparar o casal para a vida cristã do que apenas em um curso de preparação. É necessário um itinerário de iniciação cristã que leve o casal a assumir a sua bela vocação matrimonial. A preparação próxima seria apenas um retiro espiritual que ajudaria a celebrar cristãmente o enlace matrimonial.

A importância da preparação implica um processo de evangelização, que é maturação e aprofundamento na fé. Se a fé está debilitada e quase inexistente (Familiaris Consortio = FC 68), é necessário reavivá-la e não se pode excluir uma exigente e paciente instrução que suscite e alimente o ardor de uma fé viva. Sobretudo onde o ambiente se paganizou, será particularmente aconselhável um “itinerário que recalque dinamismos do catecumenato” (FC 66) e uma apresentação das verdades cristãs fundamentais que ajudem a adquirir ou a reforçar a maturidade da fé dos contraentes. “É desejável que o momento privilegiado da preparação para o matrimónio se transforme, como sinal de esperança, numa Nova Evangelização para as futuras famílias”.

O Código de Direito Canônico estabelece que se faça “a preparação pessoal para a celebração do matrimônio, pela qual os esposos se disponham para a santidade e os deveres do seu novo estado” (CIC can. 1063, 2, CCEO can. 783, § 1), disposição também presente no Ordo Celebrandi Matrimonium = OCM 12.

E no discurso de São João Paulo II à Assembleia Plenária do Conselho para a Família (4 de outubro de 1991) acrescentava: “Quanto maiores forem as dificuldades ambientais para conhecer a verdade do sacramento cristão e da própria instituição matrimonial, tanto maiores devem ser os esforços de preparar adequadamente os esposos para as suas responsabilidades”. E continuava ainda com observações mais concretas referentes aos cursos propriamente ditos: “Tendes podido observar que, dada a necessidade de realizar tais cursos nas paróquias, considerando os resultados positivos dos vários métodos usados, parece conveniente que se proceda a uma determinação exata dos critérios a adotar, sob a forma de Guia ou de Diretório, para oferecer uma ajuda válida às Igrejas particulares. Tanto mais que no interior das igrejas particulares, por parte do povo da vida e pela vida”, resulta decisiva a responsabilidade da família: é uma responsabilidade que brota da própria natureza dela – uma comunidade de vida e de amor, fundada sobre o matrimônio e da sua missão, que é “guardar, revelar e comunicar o amor “(EV 92 e FC 17).

Portanto, o matrimônio como comunidade de vida e de amor, quer como instituição divina natural, quer como sacramento, não obstante as dificuldades presentes, conserva sempre em si uma fonte de energias formidáveis (FC 43), que, com o testemunho dos esposos, se pode tornar uma Boa Notícia, e contribuir fortemente para a nova evangelização e assegurar o futuro da sociedade. Tais energias precisam, todavia, ser descobertas, apreciadas e valorizadas pelos próprios esposos e pela comunidade eclesial na fase que precede a celebração do matrimônio e que constitui a preparação para ele.

Um dos grandes desafios do Sínodo Extraordinário sobre a Família, de que estou participando desde o dia 05 e que irá até o dia 19 de outubro, é uma oportunidade de analisarmos a preparação para o Sacramento do Matrimônio. Como a Igreja responderá aos desafios hodiernos de muitos jovens que se afastam da vida matrimonial?

Pediria a todos os homens e mulheres de boa vontade que me acompanhassem com as suas orações nestes dias de estudos, de partilhas e de busca de caminhos pastorais em favor do favorecimento do sagrado Sacramento do Matrimônio.

Texto: Cardeal Orani João Tempesta / Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ)
Fonte: CNBB


SÓ LEMBRANDO:

Pastoral do Menor: Estão abertas as inscrições para crianças de 5 à 14 anos que estejam matriculadas na escola pública, e que morem próximo a Paróquia. Informações na secretaria da Paróquia, ou com agentes da Pastoral. 





ATIVIDADES NAS COMUNIDADES

COMUNIDADE SANT'ANA
06/07 às 19:30 
Abertura do mês de Sant'ana no condomínio residencial Grammy.
13/07 às 19:30
Momento de adoração na casa dos Filhos de Sant'Ana
20/07 às 19:30
Aprofundamento sobre Sant'Ana, na casa dos Filhos de Sant'Ana
25/07 às 19:00
Abertura do ano Carismático e vigília de Sant'Ana. Missa com a comunidade na casa dos Filhos de Sant'Ana
27/07
Reunião de planejamento  com a coordenação para as atividades do mês de agosto.
 

20/04/2015
A VERDADEIRA ALEGRIA PASCAL
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Igreja em reforma para melhor acolhimento

Em primeiro lugar, queremos agradecer a colaboração de todos os paroquianos que, através de suas generosas ofertas, estão contribuindo para a reforma de nossa Igreja Matriz. Já foram instalados portas de vidros nas laterais, basculantes, vitrôs e a parte externa já se encontra quase concluída. Brevemente iniciaremos a infra estrutura elétrica, pois o projeto encontra-se em fase de conclusão. Precisamos ainda da colaboração de todos os paroquianos. Diversas promoções já foram feitas. Outras virão. Rifas, bingos, jantar dançante, todos empenhados na realização do mesmo sonho.

Conselho Econômico

 

Campanha da Fraternidade

CARTAZ

O cartaz da CF 2015 retrata o Papa Francisco lavando os pés na Quinta feira Santa de 2014. A Igreja atualiza o gesto de Jesus Cristo ao lavar os pés de seus discípulos. O lava pés é expressão de amor capaz de levar a pessoa a entregar sua vida pelo outro. É com este amor que todo ser humano é amado por Deus em Jesus Cristo. Ao entregar-se à morte de cruz e ressuscitar, como celebramos na Páscoa. Jesus leva em plenitude o ‘Eu vim para servir’ (cf. Mc 10,45).

A Igreja Católica, através de suas comunidades, participa das alegrias e tristezas do povo brasileiro. O Concílio Vaticano II veio iluminar a missão da Igreja que é evangelizar. Evangelizar pelo testemunho dialogando com as pessoas e a sociedade. No diálogo a Igreja (as comunidades), está a serviço de todas as pessoas. Ao servir ela participa da construção de uma sociedade justa, fraterna, solidária e de paz. No serviço ela edifica o Reino de Deus.

ORAÇÃO

Ó Pai, alegria e esperança de vosso povo, vós conduzis a Igreja, servidora da vida, nos caminhos da história. A exemplo de Jesus Cristo e ouvindo sua palavra que chama à conversão, seja vossa Igreja testemunha viva de fraternidade e de liberdade, de justiça e de paz. Enviai o vosso Espírito da Verdade para que a sociedade se abra à aurora de um mundo justo e solidário, sinal do Reino que há de vir. Por Cristo Senhor nosso. Amém!

HINO

“Fraternidade: Igreja e Sociedade”
“Eu vim para servir” (cf. Mc 10,45).
Letra: Pe. José Antônio de Oliveira
Música: Pe. José Weber

Em meio às angústias, vitórias  e lidas,
no palco do mundo, onde a história se faz, (cf. GS n. 2)
sonhei uma Igreja a serviço da vida.
Eu fiz do meu povo os atores da paz!

Quero uma Igreja solidária,
servidora e missionária,
que anuncia e saiba ouvir.
A lutar por dignidade,
por justiça e igualdade,
pois “Eu vim para servir”(Mc 10,45).

Os grandes oprimem, exploram o povo,
mas entre vocês bem diverso há de ser.
Quem quer ser o grande se faça de servo:
Deus ama o pequeno e despreza o poder:/ (cf. Mc 10,42-45).

Preciso de gente que cure feridas,
que saiba escutar, acolher, visitar.
Eu quero uma Igreja em constante saída (EG, 20),
de portas abertas, sem medo de amar!

O meu Mandamento é antigo e tão novo:
Amar e servir como faço a vocês.
Sou Mestre que escuta e cuida seu povo,
um Deus que se inclina e que lava seus pés:/ (cf. Jo 13).

As chagas do ódio e da intolerância
se curam com o óleo do amor-compaixão (cf. Lc 10,29ss).
Na luz do Evangelho, acende a esperança.
Vem! Calça as sandálias, assume a missão.


OBJETIVO GERAL

Aprofundar, à luz do Evangelho, o diálogo e a colaboração entre a Igreja e a sociedade, propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II, como serviço ao povo brasileiro, para a edificação do Reino de Deus.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

1. Fazer memória do caminho percorrido pela Igreja com a sociedade, identificar e compreender os principais desafios da situação atual.

2. Apresentar os valores espirituais do Reino de Deus e da doutrina Social da Igreja, como elementos autenticamente humanizantes.

3. Identificar as questões desafiadoras na evangelização da sociedade e estabelecer parâmetros e indicadores para a ação pastoral.

4. Aprofundar a compreensão da dignidade da pessoa, da integridade da criação, da cultura da paz, do espírito e do diálogo inter-religioso e intercultural, para superar as relações desumanas e violentas.

5. Buscar novos métodos, atitudes e linguagens na missão da Igreja de Cristo de levar a Boa Nova a cada pessoa, família e sociedade.


6. Atuar profeticamente, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, para o desenvolvimento integral da pessoa e na construção de uma sociedade justa e solidária.
 




 

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