DE TERÇA À SEXTA-FEIRA
Missas às 6:00H e 17:00H
AOS SÁBADOS
Missas às 17:00H  e 19:00H
AOS DOMINGOS
Missas às 7:00H, 9:00H, 17:00H 18:30H  e 20:00H
DIA 16 DE CADA MÊS
Missa do padroeiro às 17:00H
DIA 13 DE CADA MÊS
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08/01/2012  |  A obra de Deus

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Cinzas, qual o significado?

O uso litúrgico das cinzas tem sua origem no Antigo Testamento. As cinzas simbolizam dor, morte e penitência. Por exemplo, no livro de Ester, Mardoqueu se veste de saco e se cobre de cinzas quando soube do decreto do Rei Asuer I (Xerxes, 485-464 antes de Cristo) da Pérsia que condenou à morte todos os judeus de seu império. (Est 4,1). Jó (cuja história foi escrita entre os anos VII e V antes de Cristo) mostrou seu arrependimento vestindo-se de saco e cobrindo-se de cinzas (Jó 42,6). Daniel (cerca de 550 antes de Cristo) ao profetizar a captura de Jerusalém pela Babilônia, escreveu: “Volvi-me para o Senhor Deus a fim de dirigir-lhe uma oração de súplica, jejuando e me impondo o cilício e a cinza” (Dn 9,3). No século V antes de Cristo, logo depois da pregação de Jonas, o povo de Nínive proclamou um jejum a todos e se vestiram de saco, inclusive o Rei, que além de tudo levantou-se de seu trono e sentou sobre cinzas (Jn 3,5-6). Estes exemplos retirados do Antigo Testamento demonstram a prática estabelecida de utilizar-se cinzas como símbolo (algo que todos compreendiam) de arrependimento.

O próprio Jesus fez referência ao uso das cinzas. A respeito daqueles povos que se recusavam a se arrepender de seus pecados, apesar de terem visto os milagres e escutado a Boa Nova, Nosso Senhor proferiu: “Ai de ti, Corozaim! Ai de ti, Betsaida! Porque se tivessem sido feitos em Tiro e em Sidônia os milagres que foram feitos em vosso meio, há muito tempo elas se teriam arrependido sob o cilício e as cinzas. (Mt 11,21) A Igreja, desde os primeiros tempos, continuou a prática do uso das cinzas com o mesmo simbolismo. Em seu livro “De Poenitentia” , Tertuliano (160-220 DC), prescreveu que um penitente deveria “viver sem alegria vestido com um tecido de saco rude e coberto de cinzas”. O famoso historiador dos primeiros anos da igreja, Eusébio (260-340 DC), relata em seu livro A História da Igreja, como um apóstata de nome Natalis se apresentou vestido de saco e coberto de cinzas diante do Papa Ceferino, para suplicar-lhe perdão. Sabe-se que num determinado momento existiu uma prática que consistia no sacerdote impor as cinzas em todos aqueles que deviam fazer penitência pública. As cinzas eram colocadas quando o penitente saía do Confessionário.

Já no período medieval, por volta do século VIII, aquelas pessoas que estavam para morrer eram deitadas no chão sobre um tecido de saco coberto de cinzas. O sacerdote benzia o moribundo com água benta dizendo-lhe: “Recorda-te que és pó e em pó te converterás”. Depois de aspergir o moribundo com a água benta, o sacerdote perguntava: “Estás de acordo com o tecido de saco e as cinzas como testemunho de tua penitência diante do Senhor no dia do Juízo?” O moribundo então respondia: “Sim, estou de acordo”. Se podem apreciar em todos esses exemplos que o simbolismo do tecido de saco e das cinzas serviam para representar os sentimentos de aflição e arrependimento, bem como a intenção de se fazer penitência pelos pecados cometidos contra o Senhor e a Sua igreja.

Com o passar dos tempos o uso das cinzas foi adotado como sinal do início do tempo da Quaresma; o período de preparação de quarenta dias (excluindo-se os domingos) antes da Páscoa da Ressurreição. O ritual para a Quarta-feira de Cinzas já era parte do Sacramental Gregoriano. As primeiras edições deste sacramental datam do século VII. Na nossa liturgia atual da Quarta-feira de Cinzas, utilizamos cinzas feitas com os ramos de palmas distribuídos no ano anterior no Domingo de Ramos. O sacerdote abençoa as cinzas e as impõe na fronte de cada fiel traçando com essas o Sinal da Cruz. Logo em seguida diz: “Recorda-te que és pó e em pó te converterás” ou então “Arrepende-te e crede no Evangelho”.

Devemos nos preparar para o começo da Quaresma compreendendo o significado profundo das cinzas que recebemos. É um tempo para examinar nossas ações atuais e passadas e lamentarmo-nos profundamente por nossos pecados. Só assim poderemos voltar nossos corações genuinamente para Nosso Senhor, que sofreu, morreu e ressuscitou pela nossa salvação. Além do mais esse tempo nos serve para renovar nossas promessas batismais, quando morremos para a vida passada e começamos uma nova vida em Cristo.

Finalmente, conscientes que as coisas desse mundo são passageiras, procuremos viver de agora em diante com a firme esperança no futuro e a plenitude do Céu.

Fonte: Missal Dominical / Paulus

Fique com Deus e sob a proteção da Sagrada Família
Ricardo Feitosa e Marta Lúcia  

Crendo e ensinando o que crê e ensina a Santa Igreja Católica



 
 
 


“Com Maria no Caminho da Caridade.”

Neste ano estamos vivendo o ANO DA CARIDADE NO JUBILEU CENTENÁRIO DA ARQUIDIOCESE DE FORTALEZA (1915 – 2015). Nada mais oportuno para reavivar a caridade de nosso povo que volta às suas fontes cristãs: católica e mariana. “Levados pela Caridade de Cristo.” (2Cor. 5,14)

Teremos como tema: CAMINHAMOS COM MARIA NA CARIDADE DE CRISTO.

Mais que refazer um trajeto histórico de percurso da imagem venerada de Nossa Senhora da Assunção, da Barra do Ceará à Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção, vamos ao conteúdo da fé, contemplado e meditado com a oração do Rosário da Virgem Maria: 20 mistérios etapas da vida de Cristo e de Maria. Este caminho do rosário é síntese do caminho de fé de todo cristão. Parte de um encontro com Deus que é encontro com Seu Filho feito homem no seio da Virgem Maria. Depois esta entrada de Deus na vida humana marca um trajeto e estilo de vida no Amor a Deus e ao próximo que se consumará no Sacrifício da Cruz e na Ressurreição de Jesus com o dom do Espírito Santo e o nascimento da Igreja em seus caminhos pelo mundo rumo à glória do Reino de Deus definitivo, contemplado em Maria, Rainha do Céu e da Terra.

Este itinerário é ícone para toda a humanidade, que nele contempla o significado da história humana e sua meta.

Portanto, a oração do rosário mariano não é apenas a repetição mecânica de certa quantidade de Pai-nosso e Ave-Maria, mas profunda contemplação do Evangelho de Cristo, da Palavra de Deus, do viver em Cristo. Com Maria, Sua e nossa Mãe (cf. Jo 19, 26-27) aprendemos do vivo testemunho o como viver em Cristo. Por isso a levamos para a casa como o apóstolo João – e a nossa casa comum é a Igreja inserida neste mundo rumo ao Pai Celeste.

Refazer esta caminhada física e espiritualmente renova as convicções da Fé e o sentido de viver na cidade terrena como semeadura e cultivo do viver definitivo na Cidade Celeste.

Esta CAMINHADA COM MARIA, não nos afasta absolutamente de Cristo, mas a Ele nos faz tudo referir como princípio, caminho e meta de nossa Fé. Esta mesma caminhada não nos aliena do compromisso com este mundo no qual vivemos, mas a ele nos integra de modo ainda mais responsável, como chão onde se caminha para a Vida definitiva. Nele vivemos o Amor que se tornará pleno e eterno.

Comemorando o centenária da existência da Igreja Arquidiocesana de Fortaleza, a celebramos como Igreja Mãe no Ceará. E o Concílio Vaticano II, do qual também comemoramos os 50 anos de realização, ao falar de Maria nos diz: “A Igreja, contemplando a santidade misteriosa de Maria, imitando a sua caridade, e cumprindo fielmente a vontade do Pai, pela palavra de Deus fielmente recebida, torna-se também ela mãe, pois pela pregação e pelo batismo gera, para uma vida nova e imortal, os filhos concebidos do Espírito Santo e nascidos de Deus. Ela é também a virgem, que guarda íntegra e pura a fé jurada ao Esposo, e, à imitação da Mãe do seu Senhor, pela graça do Espírito Santo, conserva virginalmente íntegra a fé, sólida a esperança, sincera a caridade. (LG 64)

“Enquanto a Igreja já alcançou na bem-aventurada Virgem essa perfeição que faz que ela se apresente sem mancha nem ruga (cf. Ef 5,27), os fiéis, porém, continuam ainda a esforçar-se por crescer na santidade, vencendo o pecado; por isso levantam os olhos para Maria que refulge diante de toda a comunidade dos eleitos como modelo de virtudes.

A Igreja, refletindo piedosamente sobre Maria e contemplando-a à luz do Verbo feito homem, penetra cheia de respeito, mais e mais no íntimo do altíssimo mistério da encarnação, e vai tomando cada vez mais a semelhança do seu Esposo.

Com efeito, Maria, que entrou intimamente na história da salvação, de certo modo reúne em si e reflete as maiores exigências da fé; quando é exaltada e honrada, ela atrai os crentes para seu Filho, para o sacrifício dele e para o amor do Pai.

E a Igreja, por sua vez, empenhada como está na glória de Cristo, torna-se mais semelhante ao seu modelo tão excelso, progredindo continuamente na fé, na esperança e na caridade, buscando e cumprindo em tudo a vontade de Deus.

Com razão, a Igreja, também na sua atividade apostólica, olha para aquela que gerou a Cristo, concebido do Espírito Santo e nascido da Virgem precisamente para poder nascer e crescer, por meio da Igreja, também no coração dos fiéis.

A Virgem, durante a vida, foi modelo daquele amor materno de que devem estar animados todos aqueles que colaboram na missão apostólica da Igreja para a redenção dos homens.” (LG 65)

Esperamos assim, mais ainda, com esta nossa manifestação pública e comum, fazer o Caminho com Maria e testemunhá-lo presente em nós, Sua Igreja, para levá-lo a todo o mundo em nova evangelização, expressão do renovado Amor de Deus. Assim fazemos com Maria, Mãe de Jesus dada a nós (cf. Jo 19, 25-27), o Caminho da Caridade que é Cristo.

+ José Antonio Ap. Tosi Marques / Arcebispo Metropolitano

Fonte: Arquidiocese de Fortaleza


SÓ LEMBRANDO:

Pastoral do Menor: Estão abertas as inscrições para crianças de 5 à 14 anos que estejam matriculadas na escola pública, e que morem próximo a Paróquia. Informações na secretaria da Paróquia, ou com agentes da Pastoral. 





ATIVIDADES NAS COMUNIDADES

COMUNIDADE SANT'ANA
06/07 às 19:30 
Abertura do mês de Sant'ana no condomínio residencial Grammy.
13/07 às 19:30
Momento de adoração na casa dos Filhos de Sant'Ana
20/07 às 19:30
Aprofundamento sobre Sant'Ana, na casa dos Filhos de Sant'Ana
25/07 às 19:00
Abertura do ano Carismático e vigília de Sant'Ana. Missa com a comunidade na casa dos Filhos de Sant'Ana
27/07
Reunião de planejamento  com a coordenação para as atividades do mês de agosto.
 

20/04/2015
A VERDADEIRA ALEGRIA PASCAL
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Igreja em reforma para melhor acolhimento

Em primeiro lugar, queremos agradecer a colaboração de todos os paroquianos que, através de suas generosas ofertas, estão contribuindo para a reforma de nossa Igreja Matriz. Já foram instalados portas de vidros nas laterais, basculantes, vitrôs e a parte externa já se encontra quase concluída. Brevemente iniciaremos a infra estrutura elétrica, pois o projeto encontra-se em fase de conclusão. Precisamos ainda da colaboração de todos os paroquianos. Diversas promoções já foram feitas. Outras virão. Rifas, bingos, jantar dançante, todos empenhados na realização do mesmo sonho.

Conselho Econômico

 

Campanha da Fraternidade

CARTAZ

O cartaz da CF 2015 retrata o Papa Francisco lavando os pés na Quinta feira Santa de 2014. A Igreja atualiza o gesto de Jesus Cristo ao lavar os pés de seus discípulos. O lava pés é expressão de amor capaz de levar a pessoa a entregar sua vida pelo outro. É com este amor que todo ser humano é amado por Deus em Jesus Cristo. Ao entregar-se à morte de cruz e ressuscitar, como celebramos na Páscoa. Jesus leva em plenitude o ‘Eu vim para servir’ (cf. Mc 10,45).

A Igreja Católica, através de suas comunidades, participa das alegrias e tristezas do povo brasileiro. O Concílio Vaticano II veio iluminar a missão da Igreja que é evangelizar. Evangelizar pelo testemunho dialogando com as pessoas e a sociedade. No diálogo a Igreja (as comunidades), está a serviço de todas as pessoas. Ao servir ela participa da construção de uma sociedade justa, fraterna, solidária e de paz. No serviço ela edifica o Reino de Deus.

ORAÇÃO

Ó Pai, alegria e esperança de vosso povo, vós conduzis a Igreja, servidora da vida, nos caminhos da história. A exemplo de Jesus Cristo e ouvindo sua palavra que chama à conversão, seja vossa Igreja testemunha viva de fraternidade e de liberdade, de justiça e de paz. Enviai o vosso Espírito da Verdade para que a sociedade se abra à aurora de um mundo justo e solidário, sinal do Reino que há de vir. Por Cristo Senhor nosso. Amém!

HINO

“Fraternidade: Igreja e Sociedade”
“Eu vim para servir” (cf. Mc 10,45).
Letra: Pe. José Antônio de Oliveira
Música: Pe. José Weber

Em meio às angústias, vitórias  e lidas,
no palco do mundo, onde a história se faz, (cf. GS n. 2)
sonhei uma Igreja a serviço da vida.
Eu fiz do meu povo os atores da paz!

Quero uma Igreja solidária,
servidora e missionária,
que anuncia e saiba ouvir.
A lutar por dignidade,
por justiça e igualdade,
pois “Eu vim para servir”(Mc 10,45).

Os grandes oprimem, exploram o povo,
mas entre vocês bem diverso há de ser.
Quem quer ser o grande se faça de servo:
Deus ama o pequeno e despreza o poder:/ (cf. Mc 10,42-45).

Preciso de gente que cure feridas,
que saiba escutar, acolher, visitar.
Eu quero uma Igreja em constante saída (EG, 20),
de portas abertas, sem medo de amar!

O meu Mandamento é antigo e tão novo:
Amar e servir como faço a vocês.
Sou Mestre que escuta e cuida seu povo,
um Deus que se inclina e que lava seus pés:/ (cf. Jo 13).

As chagas do ódio e da intolerância
se curam com o óleo do amor-compaixão (cf. Lc 10,29ss).
Na luz do Evangelho, acende a esperança.
Vem! Calça as sandálias, assume a missão.


OBJETIVO GERAL

Aprofundar, à luz do Evangelho, o diálogo e a colaboração entre a Igreja e a sociedade, propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II, como serviço ao povo brasileiro, para a edificação do Reino de Deus.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

1. Fazer memória do caminho percorrido pela Igreja com a sociedade, identificar e compreender os principais desafios da situação atual.

2. Apresentar os valores espirituais do Reino de Deus e da doutrina Social da Igreja, como elementos autenticamente humanizantes.

3. Identificar as questões desafiadoras na evangelização da sociedade e estabelecer parâmetros e indicadores para a ação pastoral.

4. Aprofundar a compreensão da dignidade da pessoa, da integridade da criação, da cultura da paz, do espírito e do diálogo inter-religioso e intercultural, para superar as relações desumanas e violentas.

5. Buscar novos métodos, atitudes e linguagens na missão da Igreja de Cristo de levar a Boa Nova a cada pessoa, família e sociedade.


6. Atuar profeticamente, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, para o desenvolvimento integral da pessoa e na construção de uma sociedade justa e solidária.
 

 

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Paróquia de São Gerardo Majella - Arquidiocese de Fortaleza
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