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Padre Edmilson se reuniu no sábado (08) com as equipes de liturgia para organizar as celebrações da Semana Santa.





DE TERÇA À SEXTA-FEIRA
Missas às 17:00

AOS SÁBADOS
Missas às 17:00  e 19:00

AOS DOMINGOS
Missas às 7:00, 9:00, 17:00,
18:30  e 20:00

DIA 13 DE CADA MÊS
Missa às 12:00

DIA 16 DE CADA MÊS
Missa do padroeiro às 17:00

CONFISSÕES
De terça-feira a sábado

de 15:00 às 17:00
Você já ouviu falar sobre a Campanha da Fraternidade:
SIM
NÃO
08/01/2012  |  A obra de Deus

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Porque Jesus dobrou o lenço?

Porque Jesus deixou os lençóis no sepulcro depois de sua ressurreição? João 20,7 nos conta que aquele lenço que foi colocado sobre a face de Jesus não foi deixado de lado como os lençóis do túmulo. A Bíblia reserva um versículo inteiro para nos contar que o lenço fora dobrado cuidadosamente e colocado na cabeceira do túmulo de pedra.

“Bem cedo pela manhã de domingo, Maria Madalena veio à tumba e descobriu que a pedra havia sido removida da entrada. Ela correu e encontrou Simão Pedro e outro discípulo, aquele que Jesus tanto amara, disse ela: “Eles tiraram o corpo do Senhor e eu não sei para onde eles o levaram.” Pedro e o outro discípulo correram ao túmulo para ver. O outro discípulo passou a frente de Pedro e lá primeiro chegou. Ele parou e observou os lençóis lá, mas ele não entrou. Então Simão Pedro chegou e entrou. Ele também notou os lençóis deixados lá, enquanto o lenço que cobrira a face de Jesus estava dobrado e colocado em um lado.

Isto é importante? Definitivamente.
Isto é significante? Sim.

Para poder entender a significância do lenço dobrado, você tem que entender um pouco a respeito da tradição Hebraica daquela época. O lenço dobrado tem haver com o “Amo e o Servo”, e todo menino Judeu conhecia a tradição.

Quando o Servo colocava a mesa de jantar para o seu amo ele buscava ter certeza em fazê-lo exatamente da maneira que seu amo queria. A mesa era colocada perfeitamente e o servo esperaria fora da visão do amo até que o mesmo terminasse a refeição. O servo não se atreveria nunca tocar a mesa antes que o amo tivesse terminado a refeição. Se o amo tivesse terminado a refeição, ele se levantaria, limparia seus dedos, sua boca e limparia sua barba e embolaria seu lenço e o jogaria sobre a mesa.

Naquele tempo o lenço embolado queria dizer: “EU TERMINEI”.

Se o amo se levantasse, e deixasse o lenço dobrado ao lado do prato, o servo não ousaria em tocar a mesa porque o lenço dobrado queria dizer: "EU VOLTAREI!"

Fique com Deus e sob a proteção da Sagrada Família
Ricardo Feitosa e Marta Lúcia
Crendo e ensinando o que crê e ensina a Santa Igreja Católica

Há uma só morte que resgata o mundo e uma só ressurreição dos mortos

O desígnio de nosso Deus e Salvador em relação ao homem consiste em levantá-lo de sua queda e fazê-lo voltar, do estado de inimizade ocasionado por sua desobediência, à intimidade divina.

A vinda de Cristo na carne, os exemplos de sua vida apresentados pelo Evangelho, a paixão, a cruz, o sepultamento e a ressurreição não tiveram outro fim senão salvar o homem, para que, imitando a Cristo, ele recuperasse a primitiva adoção filial. Portanto, para atingir a perfeição, é necessário imitar a Cristo, não só nos exemplos de mansidão, humildade e paciência que ele nos deu durante a sua vida, mas também imitá-lo durante a sua morte, como diz São Paulo, o imitador de Cristo: Tornando semelhante a ele na sua morte, para ver se alcanço a ressurreição dentre os mortos. - Filipenses 3,10

Mas como poderemos assemelhar-nos a Cristo em sua morte? Sepultando-nos com ele por meio do batismo. Em que consiste este sepultamento e qual é o fruto dessa imitação? Em primeiro lugar, é preciso romper com a vida passada. Mas ninguém pode conseguir isto se não nascer de novo, conforme a palavra do Senhor, porque o renascimento, como a própria palavra indica, é o começo de uma vida nova. Por isso, antes de começar esta vida nova, é preciso pôr fim à antiga.

Assim como, no estádio, os que chegam ao fim da primeira parte da corrida, costumam fazer uma pequena pausa e descansar um pouco, antes de iniciar o retorno, do mesmo modo, era necessário que nesta mudança de vida interviesse a morte, pondo fim ao passado para começar um novo caminho.

E como imitar a Cristo na sua descida à mansão dos mortos? Imitando no batismo o seu sepultamento. Porque os corpos dos batizados ficam, de certo modo, sepultados nas águas. O batismo simboliza, pois, a deposição das obras da carne, segundo as palavras do Apóstolo: Vós também recebestes uma circuncisão, não feita por mão humana, mas uma circuncisão que é de Cristo, pela qual renunciais ao corpo perecível. Com Cristo fostes sepultados no batismo. Colossenses -2,11-12

Ora, o batismo, por assim dizer, lava a alma das manchas contraídas por causa das tendências carnais, conforme está escrito: Lavai-me e mais branco do que a neve ficarei. - Salmo 50,9. Por isso, reconhecemos um só batismo de salvação, já que é uma só a morte que resgata o mundo e uma só a ressurreição dos mortos, das quais o batismo é figura.

São Basílio Magno (329/379)
Bispo de Cesareia e Doutor da Igreja
 
22/04/2016
Culto aos santos e suas imagens
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FORMAÇÃO

Toda quarta-feira às 19:30hs na Igreja Matriz, informações na secretaria paroquial.

 

Campanha da Fraternidade

Todos os anos, a CNBB apresenta e conclama toda a sociedade a participar da Campanha da Fraternidade, como caminho de conversão quaresmal. Em 2017, a Campanha tem como tema “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida”, e o lema: “Cultivar e guardar a criação”.

Objetivo geral

Cuidar da criação, de modo especial dos biomas brasileiros, dons de Deus, e promover relações fraternas com a vida e a cultura dos povos, à luz do Evangelho.

Objetivos específicos

Aprofundar o conhecimento de cada bioma, de suas belezas, de seus significados e importância para a vida no planeta, particularmente para o povo brasileiro.

Conhecer melhor e nos comprometer com as populações originárias, reconhecer seus direitos, sua pertença ao povo brasileiro, respeitando sua história, suas culturas, seus territórios e seu modo específico de viver.

Reforçar o compromisso com a biodiversidade, os solos, as águas, nossas paisagens e o clima variado e rico que abrange o chamado território brasileiro.

Compreender o impacto das grandes concentrações populacionais sobre o bioma em que se insere.

Manter a articulação com outras igrejas, organizações da sociedade civil, centros de pesquisa e todas as pessoas de boa vontade que querem a preservação das riquezas naturais e o bem-estar do povo brasileiro.

Comprometer as autoridades públicas para assumir a responsabilidade sobre o meio ambiente e a defesa desses povos.

Contribuir para a construção de um novo paradigma econômico ecológico que atenda às necessidades de todas as pessoas e famílias, respeitando a natureza.

Compreender o desafio da conversão ecológica a que nos chama o nosso Papa Francisco na carta encíclica Laudato Si’ e sua relação com o espírito quaresmal.

Hino da Campanha

Louvado seja, ó Senhor, pela mãe terra, que nos acolhe, nos alegra e dá o pão. Queremos ser os teus parceiros na tarefa de “cultivar e bem guardar a criação.”

Refrão: Da Amazônia até os Pampas, do Cerrado aos Manguezais, chegue a ti o nosso canto pela vida e pela paz (2x)

Vendo a riqueza dos biomas que criaste, feliz disseste: tudo é belo, tudo é bom! E pra cuidar a tua obra nos chamaste a preservar e cultivar tão grande dom.

Por toda a costa do país espalhas vida; São muitos rostos – da Caatinga ao Pantanal: Negros e índios, camponeses: gente linda, lutando juntos por um mundo mais igual.

Senhor, agora nos conduzes ao deserto e, então nos falas, com carinho, ao coração pra nos mostrar que somos povos tão diversos, mas um só Deus nos faz pulsar o coração.

Se contemplamos essa “mãe” com reverência, não com olhares de ganância ou ambição, o consumismo, o desperdício, a indiferença se tornam luta, compromisso e proteção.

Que entre nós cresça uma nova ecologia, onde a pessoa, a natureza, a vida, enfim, possam cantar na mais perfeita sinfonia ao Criador que faz da terra o seu jardim.

Oração da Campanha


Deus, nosso Pai e Senhor, nós vos louvamos e bendizemos, por vossa infinita bondade. Criastes o universo com sabedoria e o entregastes em nossas frágeis mãos para que dele cuidemos com carinho e amor. Ajudai-nos a ser responsáveis e zelosos pela Casa Comum. Cresça, em nosso imenso Brasil, o desejo e o empenho de cuidar mais e mais da vida das pessoas, e da beleza e riqueza da criação, alimentando o sonho do novo céu e da nova terra que prometestes. Amém!
 
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Paróquia de São Gerardo Majella - Arquidiocese de Fortaleza
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