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08/01/2012  |  A obra de Deus

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Devoção à Sagrada Face de Cristo


Esta santa devoção teve origem com a impressão milagrosa do Rosto de Cristo no lenço de Verônica, uma tradição muito respeitada na Igreja. O Papa Bento XVI fez questão de venerar o Véu de Verônica na cidade de Manoppello na Itália, em setembro de 2006. Durante sua visita ao santuário, Bento XVI foi o primeiro Papa a poder novamente venerar a relíquia, meio milênio após seu desaparecimento da Basílica de São Pedro. 

Esta devoção cresceu muito também por causa da importância que a Divina Face teve na vida de Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face. Outro fato que fortaleceu a devoção foram os surpreendentes estudos da figura de Jesus no santo Sudário de Turim; além das revelações à Irmã M. Pierina de Micheli (†1945), a mensageira da Sagrada Face dos últimos tempos.

Em maio de 1938, a Virgem Santíssima mostrou (em visão mística) à Irmã Pierina, um escapulário formado de dois paninhos. Num ela viu a Face de Jesus com as palavras ao redor: “Ilumina, Domine, vultum tuum super nos” (“Senhor, fazei resplandecer a Vossa Face sobre nós”). No outro estavam escritas em volta de uma hóstia as palavras: “Mane nobiscum, domine” (Senhor ficai conosco). Lentamente Nossa Senhora se aproximou e disse: “Escuta bem e transmite ao teu confessor que este escapulário é uma arma de defesa, escudo de fortaleza e penhor de misericórdia que Jesus quer dar ao mundo nestes tempos de sensualidade e de ódio contra Deus e a Igreja. São poucos os verdadeiros apóstolos. É necessário um remédio divino e este remédio é a Face de meu Filho. Todos aqueles que usarem o escapulário, e sendo lhes possível, cada terça feira visitar o Santíssimo Sacramento fazendo “Uma Hora Santa”, para reparar os ultrajes que recebeu e continua recebendo meu Filho, cada dia, no Sacramento Eucarístico, serão fortificados na Fé, estarão prontos para defendê-la e hão de suportar todas as dificuldades internas e externas. Além disso morrerão serenamente sob o olhar de meu Filho”.

Semanas mais tarde Jesus apareceu também e disse: “Quero que Minha Face seja honrada com uma festa própria na Terça-feira da Quinquagésima (terça-feira de carnaval) e que esta festa seja preparada por uma novena durante a qual todos os fiéis façam Comigo reparação”.

Em vez de fazer escapulários a Irmã Pierina mandou cunhar medalhas. Preocupada por isso recorreu à Nossa Senhora que novamente lhe apareceu dizendo: “Minha filha, não se preocupe, pois, o escapulário é substituído pela medalha com todas as promessas e favores. Só resta difundi-la mais ainda. Ora, interessa-me muito a festa da Sagrada Face de meu Filho. Diga ao Papa que esta festa muito me interessa”.

Irmã M. Pierina falou três vezes ao Papa e o Sumo Pontífice, ciente do pedido do Céu, não se fez esperar. No dia 15 de março de 1957, havendo já aprovado a propagação da medalha, facultou a celebração da festa, isto é, aos Beneditinos Sivestrinos de Roma. Em 10 de janeiro de 1959 o Papa João XXIII concedeu a mesma licença, a todos os Bispos do Brasil.

Para merecer as graças prometidas é necessário:

Usar a medalha, contemplar com amor, muitas vezes a Sagrada Face, zelar pela devoção, fazendo a Hora Santa, nas Terças-feiras, promover anualmente a novena em preparação à festa na terça-feira de carnaval, e seguindo o exemplo dos grandes devotos da Sagrada Face, ler e meditar diariamente o Novo Testamento.

Todos os dias rezar: 5 Pai Nossos; 5 Ave Marias; 5 Glórias; em honra das cinco chagas de Nosso Senhor Jesus Cristo, rezando também a oração composta por Pio IX, e a aspiração que a segue: “Ó meu Jesus, lançai sobre nós um olhar de misericórdia! Volvei Vossa Face para cada um de nós, como fizestes à Verônica, não para que A vejamos com os olhos corporais, pois não o merecemos. Mas volvei-A para os nossos corações, a fim de que, amparados sempre em Vós, possamos haurir nesta fonte inesgotável, as forças necessárias para nos entregarmos ao combate que temos que sustentar. Amém. Senhor, mostrai-nos a Vossa Face e seremos salvos!”

Prof. Felipe Aquino

 
 
 


Lectio Divina ou Leitura Orante da Bíblia

Recebi um e-mail onde a pergunta era: A Lectio Divina foi criada pelo Concilio Ecumênico Vaticano II? A resposta é “não”. Graças ao Vaticano II não só o termo, mas a pratica popularizou-se e hoje é um instrumento necessário de comunhão com Deus na vida de nós católicos.

Os princípios da Lectio Divina datam do ano 220 da era cristã (LEITURA - MEDITAÇÃO - ORAÇÃO - CONTEMPLAÇÃO). O grande teólogo, filosofo e escritor cristão Orígenes de Alexandria, que viveu no século III dizia que é preciso atenção, constância e oração para compreender a Sagrada Escritura, e ia mais longe quando afirmava que a oração nasce da leitura assídua e diligente das Escrituras, ou seja, não tem como ter vida de oração sem a comunhão com a Palavra, e é do entendimento da Palavra que a nossa vida se transforma em oração. 

“Eu gostaria, em especial recordar e recomendar a antiga tradição da Lectio Divina, a leitura assídua da Sagrada Escritura, acompanhada da oração que traz um diálogo íntimo em que a leitura, se escuta Deus que fala e, rezando, responde-lhe com confiança a abertura do coração”. (Bento XVI)

A Lectio Divina é o encontro com a Palavra de Deus através da oração, é debruçar-se em seus ensinamentos e descobrir qual a nossa missão, é mergulhar através da meditação no mistério insondável de Deus e esperar a sua revelação. A Leitura Orante da Bíblia em resumo é um deixar-se envolver pelo amor que santifica. Assim como o corpo precisa do alimento para tornar-se forte e desenvolver as atividades do dia, a alma necessita ainda mais do alimento espiritual para manter-se firme na fé, base da nossa caminhada rumo à salvação.

Nada nos impede de fazermos a Lectio Divina em grupo, quando de um momento de evangelização, contudo, não devemos deixar de fazê-la individualmente como parte da nossa oração pessoal. 

A Constituição Dogmática Dei Verbum (cap. VI n.25) ressalta a necessidade do contato diário com a palavra: “... todos os clérigos e sobretudo os sacerdotes de Cristo e outros que, como os diáconos e os catequistas, se consagram legitimamente ao ministério da palavra, mantenham um contato íntimo com as Escrituras, mediante a leitura assídua e o estudo aturado (contínuo), a fim de que nenhum deles se torne «pregador vão e superficial da palavra de Deus, por não a ouvir de dentro», ... Do mesmo modo, o sagrado Concílio exorta com ardor e insistência todos os fiéis, mormente (principalmente) os religiosos, a que aprendam «a sublime ciência de Jesus Cristo» (Fil. 3,8) com a leitura frequente das divinas Escrituras, porque «a ignorância das Escrituras é ignorância de Cristo». Debrucem-se, pois, gostosamente sobre o texto sagrado, quer através da sagrada Liturgia, rica de palavras divinas, quer pela leitura espiritual, quer por outros meios que se vão espalhando tão louvavelmente por toda a parte, com a aprovação e estímulo dos pastores da Igreja. Lembrem-se, porém, que a leitura da Sagrada Escritura deve ser acompanhada de oração para que seja possível o diálogo entre Deus e o homem; porque «a Ele falamos, quando rezamos, a Ele ouvimos, quando lemos os divinos oráculos».

Quatro passos são necessários na Lectio Divina: Lectio (Leitura), Meditatio (Meditação), Oratio (Oração), Contemplatio (Contemplação). Lembre-se das palavras do profeta Isaias 50,4: “O Senhor Javé me deu a capacidade de falar como discípulo, para que eu saiba ajudar os desanimados com uma palavra de coragem. Toda manhã ele faz meus ouvidos ficar atentos para que eu possa ouvir como discípulo”.

Regra de ouro para uma boa Leitura Orante da Bíblia:

1.    Não tenha pressa, o tempo é de Deus.
2.    Reserve um local tranquilo e busque relaxar ao máximo.
3.    Aquiete o coração com louvor e oração.
4.    Iniciar sempre com a oração do Espírito Santo.
5.    Leia o texto quantas vezes forem necessárias, até conseguir interioriza-lo.
6.    Uma dica para quem está iniciando é buscar um texto pequeno, de preferencia dos Evangelhos ou dos Salmos.
7.    Tenha sempre um bloco de notas, registre as revelações que vierem ao coração para posterior meditação.

Bento XVI em sua Exortação Apostólica Verbum Domini (n.87) diz: “Nos documentos que prepararam e acompanharam o Sínodo, falou-se dos vários métodos para se abeirar (aproximar), com fruto e na fé, das Sagradas Escrituras. Todavia prestou-se maior atenção à Lectio Divina, que «é verdadeiramente capaz não só de desvendar ao fiel o tesouro da Palavra de Deus, mas também de criar o encontro com Cristo, Palavra Divina viva»”. Quero aqui lembrar, brevemente, os seus passos fundamentais:

1 - Começa com a LEITURA (lectio) do texto, que suscita a interrogação sobre um autêntico conhecimento do seu conteúdo: o que diz o texto bíblico em si? Sem este momento, corre-se o risco que o texto se torne somente um pretexto para nunca ultrapassar os nossos pensamentos.

Comentário “Catequese Cristã Católica”:

1.    Neste primeiro momento não devemos ter pressa, leia com calma e atenção.
2.    Busque contextualizar a passagem bíblica (os personagens, o ambiente, os diálogos), procure tornar-se parte da história.
3.    Sempre leia as notas de rodapé.

A Leitura Orante tem que nos impulsionar a sair do simples patamar de ler e começarmos a ouvir a Sagrada Escritura.

2 - Segue-se depois a MEDITAÇÃO (meditatio), durante a qual nos perguntamos: que nos diz o texto bíblico? Aqui cada um, pessoalmente mas também como realidade comunitária, deve deixar-se sensibilizar e pôr em questão, porque não se trata de considerar palavras pronunciadas no passado, mas no presente.

Comentário “Catequese Cristã Católica”:

A meditação nos aponta a direção, faz-nos enxergar o desejo de Deus. Meditar é muito mais que uma mera parada em nossa vida agitada, meditar é sintonizar o emocional e o racional diante da vontade revelada.

3 - Sucessivamente chega-se ao momento da ORAÇÃO (oratio), que supõe a pergunta: que dizemos ao Senhor, em resposta à sua Palavra? A oração enquanto pedido, intercessão, ação de graças e louvor é o primeiro modo como a Palavra nos transforma.

Comentário “Catequese Cristã Católica”:

Devemos lembrar que a oração é a nossa resposta, é a nossa adesão. Se após a meditação o sentimento que inunda o teu ser, é de culpa, então que a tua oração seja um pedido de perdão; se é de alegria, louve ao Senhor; se é gratidão, demonstre através do serviço. Em tudo devemos ter em mente que a contemplação só terá surdido efeito se nos impelir a uma ação, e a está ação damos o nome de oração.

A oração que nasce de uma verdade revelada através da meditação, não pode ser mesquinha ou de barganha, trata-se antes de um comprometimento sincero que brota do relacionamento fiel e desinteressado com aquele que nos amou primeiro. A oração é o tornar-nos um com Deus, não dá para orar de braços cruzados, temos que abri-los para o projeto do Criador.

4 - Finalmente, a Lectio Divina conclui-se com a CONTEMPLAÇÃO (contemplatio), durante a qual assumimos como dom de Deus o seu próprio olhar, ao julgar a realidade, e interrogamo-nos: qual é a conversão da mente, do coração e da vida que o Senhor nos pede? São Paulo, na Carta aos Romanos, afirma: «Não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, a fim de conhecerdes a vontade de Deus: o que é bom, o que Lhe é agradável e o que é perfeito» (Rm 12,2). De facto, a contemplação tende a criar em nós uma visão sapiencial da realidade segundo Deus e a formar em nós «o pensamento de Cristo» (1 Cor 2,16).

Comentário “Catequese Cristã Católica”:

Contemplação é muito mais do que simplesmente olhar ou admirar, é na contemplação que Deus realiza seu processo de cura, e para que isso aconteça é necessário assumirmos a nossa pequenez, a nossa dependência. Contemplar é silenciar, é deixar-se embalar nos braços do Pai, é sentir-se amado, perdoado e acolhido.

Uma frase do Beato Tiago Alberione me faz lembrar para que fomos criados: “O amor ao Evangelho é o sinal e a característica das pessoas escolhidas por Deus para grandes coisas”. Fomos escolhidos justamente para espalhar esse amor, mas para tanto é necessário estarmos impregnado da essência de Deus para podermos exalar o perfume que santifica.

Texto: Ricardo e Marta

Fique com Deus e sob a proteção da Sagrada Família
Ricardo Feitosa e Marta Lúcia      
Crendo e ensinando o que crê e ensina a Santa Igreja Católica
 


22/04/2016
Culto aos santos e suas imagens
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Igreja em reforma para melhor acolhimento

Em primeiro lugar, queremos agradecer a colaboração de todos os paroquianos que, através de suas generosas ofertas, estão contribuindo para a reforma de nossa Igreja Matriz. Já foram instalados portas de vidros nas laterais, basculantes, vitrôs e a parte externa já se encontra quase concluída. Brevemente iniciaremos a infra estrutura elétrica, pois o projeto encontra-se em fase de conclusão. Precisamos ainda da colaboração de todos os paroquianos. Diversas promoções já foram feitas. Outras virão. Rifas, bingos, jantar dançante, todos empenhados na realização do mesmo sonho.

Conselho Econômico

 


Campanha da Fraternidade Ecumênica

A Campanha da Fraternidade deste ano está tratando sobre saneamento básico, com o tema “Casa Comum, nossa responsabilidade” e o lema “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca”, trecho tirado do Profeta Amós, 5, 24.


Ela desenvolverá suas atividades chamando atenção para o problema do meio ambiente e ausência parcial ou total de saneamento básico, através de homilias nas missas, reflexões em grupos de vizinhos, palestras e meios de comunicação em geral. Além disso, ela propõe ações concretas para auxiliar, por exemplo, na prática do lixo seletivo, na limpeza dos rios e lagos, dos cuidados com focos de proliferação de mosquitos da dengue e outros, no cuidado com as árvores e o ar.

ORAÇÃO

Deus da vida, da justiça e do amor, vós fizestes com ternura o nosso planeta, morada de todas as espécies e povos. Dai-nos assumir, na força da fé e em irmandade ecumênica, a corresponsabilidade na construção de um mundo sustentável e justo, para todos. No seguimento de Jesus, com a Alegria do Evangelho e com a opção pelos pobres.

HINO

Eis, ó meu povo o tempo favorável
Da conversão que te faz mais feliz;
Da construção de um mundo sustentável,
“Casa Comum” é teu Senhor quem diz:

Quero ver, como fonte o direito a brotar, a
A gestar tempo novo: e a justice,
qual rio em seu leito, dar mais vida
pra vida do povo.

Eu te carrego sobre as minhas asas
Te fiz a terra com mãos de ternura;
Vem, povo meu, cuidar da nossa casa!
Eu sonho o ver, o ar, a casa pura.

Te dei um mundo de beleza e cores,
Tu me devolves esgoto e fumaça.
Criei sementes de remédio e flores;
Semeias lixo pelas tuas praças.

Justiça e paz, saúde e amor têm pressa;
Mas, não te esqueças, há uma condição:
O saneamento de um lugar começa
Por sanear o próprio coração.

Eu sonho ver o pobre, o excluído
Sentar-se à mesa da fraternidade;
Governo e povo trabalhando unidos
Na construção da nova sociedade.


OBJETIVO GERAL

Assegurar o direito ao saneamento básico para todas as pessoas e empenharmo-nos, à luz da fé, por políticas públicas e atitudes responsáveis que garantam a integridade e o futuro de nossa Casa Comum.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

- Unir igrejas, diferentes expressões religiosas e pessoas de boa vontade na promoção da justiça e do direito ao saneamento básico;
- Estimular o conhecimento da realidade local em relação aos serviços de saneamento básico;
- Incentivar o consumo responsável dos dons da natureza, principalmente da água;
- Apoiar e incentivar os municípios para que elaborem e executem o seu Plano de Saneamento Básico;
- Acompanhar a elaboração e a excussão dos Planos Municipais de Saneamento Básico;
- Desenvolver a consciência de que políticas públicas na área de saneamento básico apenas tornar-se-ão realidade pelo trabalho e esforço em conjunto;
- Denunciar a privatização dos serviços de saneamento básico, pois eles devem ser política pública como obrigação do Estado;
- Desenvolver a compreensão da relação entre ecumenismo, fidelidade à proposta cristã e envolvimento com as necessidades humanas básicas.
 
INSCRIÇÕES ABERTA PARA O 43º ECC DA PARÓQUIA DE SÃO GERARDO

Encontro de Casais com Cristo - ECC, será realizado na data de 16 a 18 de setembro. As inscrições estão abertas na secretaria da paróquia ou com a equipe dirigente.

Encontro de Casais com Cristo (ECC) é um trabalho religioso voltado a casais e à instituição do matrimônio. Tradicionalmente ocorre em um final de semana, iniciando na sexta-feira à noite, incluindo-se todo o dia do sábado e encerrando no domingo à noite. Marido e mulher têm a oportunidade de refletir sobre vários aspectos da vida conjugal. Palestras, depoimentos e dinâmica de grupos fazem parte do processo.

Teve início em 1970, na cidade de São Paulo, na paróquia Nossa Senhora do Rosário, na Vila Pompeia. Seu fundador foi o Pe. Alfonso Pastore.

O ECC é um serviço/escola para evangelizar a família, primeiro núcleo de enculturação e da evangelização. Tem contribuído para despertar e formar casais para que vivam a riqueza matrimonial, tornando-se canais de graça para a família, a comunidade e a sociedade, pois uma vez evangelizados os casais assumem com alegria e amor os trabalhos pastorais na paróquia, e assim dão testemunho de verdadeiros discípulos missionários de Jesus Cristo, tornando-se “sal da terra e luz do mundo”, e trabalhando para a formação de uma sociedade justa e fraterna.

 
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Paróquia de São Gerardo Majella - Arquidiocese de Fortaleza
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Telefone: (85) 3044-3971 | E-mail: faleconosco@paroquiasaogerardo.org.br